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ESTUDOS DE CASTELO BRANCO- Relação onomástica



Já que estamos numa de «Estudos de Castelo Branco», revista fundada em 1961, pelo médico e grande historiador da História da medicina José Lopes Dias, relembrar a saída em 1979, do título: «Relação Onomástica dos índices da Revista “Estudos de Castelo Branco”». Trata-se de um importante instrumento de apoio à investigação editado pelo então Departamento de Extensão Cultural da Biblioteca Municipal, da Câmara Municipal de Castelo Branco. Com 64 páginas, a relação abarca os 50 números da 1ª série e os três primeiros da 2ª série (saíram sete números).

A introdução, da responsabilidade do saudoso Dr. Pinto Lobo, vale a pena, e considerando as novas instalações da biblioteca de Castelo Branco que entretanto, ao abrigo do Polis, surgiram na cidade, reler.



A equipa deste interessante projecto bibliográfico, foi do Dr. Ernesto Pinto Lobo, auxiliado (como se escreveu na ficha técnica) por Adelina Lopes Rafael, Maria Adélia Amaro e João Manuel Carmona. A estes três técnicos, verdadeiras mãos da velha biblioteca, deixamos aqui as nossas homenagens pelas centenas de sorrisos e de fotocópias que nos deram. Outros tempos…Outros tempos…

Aos actuais responsáveis pela continuidade da «nossa» Revista deixo, aqui, um apelo e um desejo: quando esta nova série cumprir 10 números, editem os respectivos índices.


ESTUDOS DE CASTELO BRANCO, NOVA SÉRIE, Nº6.



Mais um número, o 6º da terceira série, da revista de cultura “Estudos de Castelo Branco”, acaba de sair. Com a direcção dos meus Amigos António Salvado e Arnel Afonso mantém na íntegra o seus princípios refundacionais: diversidade e qualidade científicas. De todos os artigos que formam as 231 páginas deste número, saliento (e qualquer desprimor para nenhuma das outras colaborações) o extraordinário estudo sobre António Costa e Sousa, 1º Visconde de Castelo Novo, da autoria do Professor Doutor Manuel Cadafaz de Matos. O Visconde de Castelo Novo, com casa em Escalos de Cima, foi uma importantíssima figura da história da região e um autêntico mecenas arqueologia regional em particular. Fascinantes a sua vida e os seus interesses culturais num numero dos Estudos muito equilibrado. Ao que apurámos, a revista vai ser lançada em Castelo Branco proximamente. Até lá aqui ficam os títulos dos artigos de mais este número:

Manuel Cadafaz de Matos, «O 1º, Visconde de Castelo Novo (1853-1921), elementos para a história da sua vida, da sua genealogia e da sua biblioteca»

Joaquim Candeias da Silva, «Ermidas e romarias antigas da Beira Baixa (IV) – N.ª Srª. Dos Altos Céus (Lousa, Castelo Branco);

Hélder Henriques, «Um contributo para a História da assistência. 1884 No Hospital Civil de Penamacor»

Maria Adelaide Neto Salvado, «Ventos e Tempos da Guarda. A propósito do 1º centenário do Sanatório da Guarda»

José Teodoro Prata, «Instantes Saborosos»

Paulo Celso Monteiro, «Arquivo para a Covilhã»

Albano Mendes de Matos, «Religiosidade e Demografia: O Rol dos Confessados da paróquia de São Pedro do Alcaide no ano de 1897»

Amadeu Martinho Monteiro, «A Génese dos Arquivos Distritais - O Arquivo Distrital de Castelo Branco e os sues livros paroquiais»

Vasco Jorge Rosa da Silva, «Relógios de Sol no Portugal Setecentista»

Aires Antunes Diniz, «Os círculos de qualidade em educação»

Maria de Fátima Pinto de Meneses, «Museus e Ensino em Portugal. Os museus escolares dos colégios jesuítas»,

Sílvia Moreira e Pedro Miguel Salvado, «Resultado das Escavações arqueológicas de emergência no Castelo de Castelo Branco (2000)»

João Pedro Delgado, «Aquilino Ribeiro e o filtro do século»